Sou mais um entre tantos...

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A FILOSOFIA E A MISSÃO DESTE BLOG INCLUI A DIFUSÃO DA CULTURA E A UTILIDADE PÚBLICA.

"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

Fé Esperança Caridade

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Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

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O BRASÃO

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ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA.

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CRÉDITO DE IMAGENS
Algumas obtidas na internet e formatadas com programas "freeware".


As pessoas passam, as obra permanecem. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas existe uma coisa que se chama: respeito. Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços... Valores... Reviravoltas... No final do caminho, as diversidades mais difíceis, não nos matam - nos tornam mais forte.
Estou de bem com a vida... Faço do escrever a minha terapia ocupacional e dedilho os primeiros acordes em teclado Yamaha.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

FELIZ ANO...

Transcrito do Portal Mhário Lincoln do Brasil - http://www.mhariolincoln.jor.br 29/12/2008
Feliz Ano... Por Elaine Tavares
Então aí está mais um ano e o povo se põe a celebrar. Há uma espécie de frenesi que faz com que as pessoas coloquem para andar a cerimônia do fim e do começo. Há quem diga que isso é antropológico. O ser humano precisa deste ritual. Como se no dia 31 de dezembro todas as coisas mal-feitas, mal-ditas, mal-conduzidas pudessem se redimir. Tudo é jogado na conta do passado e quando o primeiro dia do ano vem, as luzes se acendem, o branco das roupas clareia o futuro, e as gentes estão de novo vazias, prontas para uma nova jornada.
Eu gosto de cerimônias. Elas sempre lembram minha pequenez diante do sagrado. Talvez por isso eu as pratique todos os dias, porque para mim a jornada começa sempre a cada manhã. Viver é uma dádiva e quando abro os olhos e sinto que ainda estou neste jardim, meu primeiro ato é agradecer. Depois, durante o dia, dezenas de outras cerimônias são realizadas de forma ritual, porque como já dizia Mestre Eckart, a vida mesma é sagrada. A hora do nascer do sol e a celebração da luz, a hora da refeição quando se agradece a toda a vida que se dá (bicho e planta) para que a gente possa seguir existindo. A hora do pôr-do-sol quando se celebra nossa finitude, a hora de dormir quando se dá graças. A hora de reverenciar os mortos, a hora de fazer oferendas, a hora de dançar sob a lua.
Cada noite que chega é um fim, porque este breve instante de rotação da nossa casa-mãe, Pachamama, representa o início e o término de um ciclo. É o mesmo ritual que se pratica ao encerrar o movimento de translação, os 365 dias girando em torno do sol. Tudo isso só confirma essa louca magia que é viver. Talvez por isso que, contra toda a sabedoria científica que explica as coisas da existência, as pessoas ainda se entreguem a esses rituais pagãos. Essa loucura de fim de ano, a correria para ver os fogos, a ansiosa espera da virada, quando se canta, dança e ri para a lua.
Entrego-me a este carnaval anímico, de paganíssimo encontro com o não-sabido e te convido a dançar comigo nesta noite mágica do 31. E quando o 2009 vier que tu estejas entregue, embriagado do sagrado, vazio de dores e culpas, pronto para um novo começo. Espero-te ali na esquina do ano novo. Venha de branco e venha feliz! Porque vamos de novo iniciar o alucinado giro em torno de nossa maior estrela. Que seja louco e belo e que nos faça bem!...
Existe vida no JornalismoBlog da Elaine: www.eteia.blogspot.com
América Latina Livre - www.iela.ufsc.br

domingo, 21 de dezembro de 2008

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

MENSAGEM (transcrição...)

Jamais haverá ano novo, se continuarmos a copiar os erros dos anos velhos.
Luís de Camões
De repente, num instante fugaz, os fogos de artifício anunciam que o Ano Novo está presente e o Ano Velho ficou para trás.
De repente, num instante fugaz, as taças de champagne se tocam e o vinho borbulhante anuncia que o Ano Velho se foi e o Ano Novo chegou.De repente, os olhos se cruzam, as mãos se entrelaçam e os seres humanos, num abraço caloroso, num só pensamento, exprimem um só desejo e uma só aspiração: Paz e Felicidade. De repente, não importa a nacionalidade, não importa a língua, não importa a cor, não importa a origem, porque todos somos Seres Humanos e descendentes de um só Pai, os homens lembram-se apenas de um só verbo: Amar. De repente, sem mágoa, sem rancor, sem ódio, os homens cantam uma só canção, um só hino, o hino da fraternidade. De repente, os homens esquecem o passado, lembram-se do futuro venturoso, de como é bom viver.
Quando nos olhamos no espelho, sempre vemos as marcas que o tempo se incumbe de nos ofertar, linhas que o próprio tempo traça. Vemos também olhos que exprimem sofrimento, alegria, tristeza, satisfação, decepção, sucesso, enfim, vemos a matéria, ou seja, o resultado de nossa vida em forma física. Isso que vemos em nós mesmos, também podemos ver nos outros. Mas a alma, ah, essa somente nós podemos ver e sentir, pois se trata de uma imagem interior de nós mesmos. Neste final de ano, olhe para dentro de si e tente lembrar-se do que foi feito de bom ou ruim. Procure repetir as coisas boas, muitas e muitas vezes. Erros? Não os esqueça, para não repeti-los. Acontecimentos ruins, involuntários, esqueça-os e pense que no futuro virão muitas coisas boas, e que você é forte para enfrentar quaisquer situações complicadas ou embaraçosas que possam aparecer. Seja positivo, afinal há o livre arbítrio e você é quem decide como quer viver a sua vida. Escolha o melhor!
A razão e a sabedoria são fatores que nos tornam humanos. Nós somos os únicos seres que têm consciência de possuir uma vida, e aquilo que fazemos com as nossas vidas depende de nossa vontade e da sabedoria. Nesse milênio, com a bagunça deste planeta, está na sabedoria à fonte de equilíbrio que precisamos mais do que nunca. Criar um ponto de equilíbrio com a natureza e manter a ética em nosso comportamento, são fatores muito relevantes para alcançarmos a felicidade. Estas são as lições que podemos aprender com essa maravilha que é a vida.
Os fogos anunciam a chegada de um Ano Novo! É hora de refazer seus sonhos ainda não realizados e acreditar que irá concretizá-los. Soltar um olhar solidário e acalentador para os seus amigos e bocejar displicentemente para os desafetos. Aprender com os erros do ano já ido e brindar com um sorriso o ano bem vindo. Correr ao encontro daquele sonho ainda não perdido ou regozijar-se mais uma vez o sonho já conquistado.
Então, Feliz Ano Novo, aproveite a festa. Cultivem a Alegria e a Felicidade que são consideradas como grandes forças positivas que engrandecem os espíritos.
Essa é a razão pela qual desejo a você um ano repleto de luz, amor, saúde e prosperidade.
Eduardo Gomes de Souza
Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil no Rio de Janeiro – GOB-RJ
Dezembro/2008

domingo, 14 de dezembro de 2008

EU LI O LIVRO, SENTI AS TELAS E ESCREVI...

Em verdade eu não li o livro.
Apenas transcrevo o contido no Portal Mhário Lincoln do Brasil http://www.mhariolincoln.jor.br/ ao ler a análise senti como se tivesse lido o livro de Regina Casillo


Naquela tarde os anjos insistiam em pintar a tela do Céu em tons cinzas. Uma primavera disfarçada com pingos d'água transparentes, prateados, até. Dentro de mim, saudades de minha aldeia natal. Resolvi então abrir a coletânea "Pintores Contemporâneos do Paraná", obra a mim presenteada pela editora e curadora do Solar do Rosário, Regina Casillo. Olhei para o Céu novamente, respirei, desta feita, não só a orvalhada do final melancólico da tarde fria, mas o cheiro novo da alma de cada um dos 10 pintores ali retratados por Regina. Visualizava, a partir de então, o manto sagrado das artes contemporâneas de um estado-sul, à primeira vista, tão frio como o disfarce do fim de tarde em Curitiba, nesta primavera de 2008. Ao abrir a obra, ao contrário, um novo big-bang pariu folguedos, cores, luzes e alma. Havia definitivamente embarcado numa overdose silenciosa de talentos; respirei o misturado das tintas, apliquei-me colírios que levaram meus olhos a mergulhar nas telas de algodão puro, emergindo, logo depois, entre linhas, riscos e brilhos lubrificados pela espátula, pelos pincéis e pelos grafites.

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Considero as opiniões do Editor do Portal Mhário Lincoln do Brasil como um "sarau". Alguém poderá perquirir: - Tudo. Menos sarau. Insistirei. Sarau é um evento cultural ou musical realizado geralmente em local onde as pessoas se encontram para se expressarem ou se manifestarem artisticamente. Podendo envolver dança, poesia, leitura de livros e outras formas de arte. Louvo as opiniões do Editor por seu caráter inovador, descontração e as considero como uma reunião festiva virtual realizada no Portal MLB onde foram apresentadas performances artísticas e literárias. Gostei! Minha nota é DEZ!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

GRITO DE ALERTA

Estou neste mundo de causas e efeitos. Se tudo na vida é relativo; relativa também é a idéia do que cada um faz de sua vida. Acredito em Deus. Mas não dá para acreditar na história de que

Sou um quase septuagenário que vive o seu tempo. Venço batalhas diárias. Se tem uma coisa que não me envergonho e de não ter usado os cargos que ocupei para auferir favores. Tentações houveram, mas, honestamente, consegui superá-las. Muitas vezes tive que bancar o idiota diante de um idiota que bancava o “expertinho”.
Hoje, quando analiso algumas atitudes, mesmo com algumas exceções... Logo me vêem à mente as palavras de Rui Barbosa:
“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."
GRITO DE ALERTA

Assistimos a banalização do genocídio,
da tragédia e a destruição da natureza.
Que absurdo!
onde o ser humano chegou!
Mas quem liga?

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

60 ANOS DA DECLARAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS

Vivemos uma das épocas mais frustrantes da humanidade. A globalização foi um dos sinais de identidade mundial, mas que serviu aos interesses negociais. Lamentavelmente, necessitamos urgentemente da “globalização” dos direitos humanos e de líderes incorruptíveis, entregues ao bem comum, como nos diz em palavras Albert Camus, que “entrem no deserto sem água".
A SEXAGENÁRIA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS.
Escrever algo de direiros humanos é abordar os direitos e as liberdades de todos os seres humanos. Tal conceituação está ligada ao conceto de liberdade de pensamento e de expressão ou seja de igualdade perante a lei.
Uma sexagenária que declara em seu Art. 1º:
Alguns considerandos...
Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo,
Considerando que o desprezo e o desrespeito pelos direitos humanos resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os todos gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade foi proclamado como a mais alta aspiração do ser humano comum,
Considerando ser essencial que os direitos humanos sejam protegidos pelo império da lei, para que o ser humano não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra a tirania e a opressão,
Considerando ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,
Considerando que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta da ONU, sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor do ser humano e na igualdade de direitos entre homens e mulheres, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla,
Considerando que os Estados-Membros se comprometeram a promover, em cooperação com as Nações Unidas, o respeito universal aos direitos e liberdades humanas fundamentais e a observância desses direitos e liberdades,
Considerando que uma compreensão comum desses direitos e liberdades é da mais alta importância para o pleno cumprimento desse compromisso.
Dez de dezembro é dia de vigília pela Declaração Universal dos Direitos Humanos de um jeito decidido, lindo e leve, que permita que seu repensado em muitas partes:
Algumas constatações:
O Movimento Humanos Direitos (MHuD), tem desenvolvido uma série de atividades em prol da paz e dos direitos humanos. Ele tem um olhar especialmente voltado para os problemas do trabalho escravo, dos abusos praticados contra crianças e adolescentes, as questões dos quilombolas, do meio ambiente e dos povos indígenas.
Sou e sei que todos são inteiramente a favor dos direitos humanos. Mas, me revolto quando ouço ou assisto na prisão de um sequestrador, ou de um torturador ou estuprador, que os Direitos Humanos estão sempre ali para protegê-lo. È claro, que não estou aqui pregando justiça com as próprias mãos, mas, nunca ou quase nunca ouço falar ou vejo que os defensores dos direitos humanos vão até as famílias que sofreram a agressão criminal, para se solidarizar. Direitos Humanos sim, mas penas severas também. Prisão perpétua é uma saída para mudarmos as mentalidades, e fazer com o que o marginal pense duas vezes antes de praticar o crime. É assim que penso!!
Comemora-se no dia 10 de dezembro a promulgação da Declaração Universal dos Direitos Humanos pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, em 1948. Constituída de trinta artigos, precedidos de um prólogo belíssimo e inspirador. Apresenta-se como um ‘‘ideal comum’’ a ser perseguido pela humanidade.
No Brasil recebeu popularização às avessas, sendo sobretudo identificada com padrões preconceituosos, na famosa e deletéria identificação dos direitos humanos com ‘‘direitos de bandidos’’. Obra de políticos inescrupulosos que exploram o medo da população e a facilidade que um tratamento maniqueísta oferece, esse estigma tem sido um desserviço ao Brasil e aos brasileiros.
Mas do que trata a Declaração Universal dos Direitos Humanos? É indispensável ser lida na íntegra. Para militantes e profissionais da área do Direito, marcados por sua formação e atuação, conhecimento histórico e exegético das matérias, sua leitura é diferenciada.
Ao coordenar a elaboração do Manual Direitos Humanos no Cotidiano, da então Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, Unesco e USP, em 1997 e 1998, efetivaram cada um dos artigos da declaração como um capítulo, todos com a mesma estrutura. Na seção ‘‘o olhar de’’, um artista das artes visuais demonstra que sensibilidade e estética têm papel específico e indispensável a desempenhar na transformação da sociedade e do ser humano. Esse entendimento reafirma-se no tratamento iconográfico do manual, visibilizando trabalhos desenvolvidos por indivíduos e organizações da sociedade civil, lembrando que a luta em prol dos direitos humanos é antiga em nosso país.
Na seção ‘‘a palavra de’’, uma personalidade faz um comentário, um poema, dá um testemunho de vida. Encontram-se ali homens e mulheres, jovens e idosos, religiosos e ateus, afro-descendentes, indígenas, orientais, judeus, árabes, federação de indústrias e sindicalistas, vivendo na prática a diversidade etno-racial, cultural, religiosa que há no Brasil. ‘‘Personalidade’’ é quem faz algo por nosso país e pela humanidade, mesmo que os holofotes da fama não estejam sobre seu rosto — todos têm algo a dizer sobre os direitos humanos universais, já que se trata da possibilidade da reconstrução da vida e do ser humano.
Na seção ‘‘a experiência e a contribuição de’’ foram incluídas organizações não-governamentais, fundações e institutos da sociedade civil. Retomada a idéia de que há muito trabalho já desenvolvido, que o campo é vasto e tem sido abordado de maneira fértil — e que existem alternativas para as mais diversas vocações sociais.
A seção ‘‘aspectos jurídicos’’ apresenta estudo detalhado dos instrumentos jurídicos nacionais e internacionais que um cidadão pode invocar para proteger seus direitos e conhecer seus deveres.
A seção ‘‘a tradução indígena’’ foi inserida como forma de, por intermédio do belo texto, prestar, em cada um dos artigos, homenagem aos habitantes imemoriais de nossa terra.
A seção ‘‘o que podemos fazer desde já?’’ traz sugestões que todos têm condições de efetivar. É preciso disseminar a compreensão de que a Declaração Universal dos Direitos Humanos trata do que é básico para todo ser humano: dignidade humana, liberdade e justiça, direito de defesa, direito de ir e vir, direito à educação, à moradia, à saúde, ao desenvolvimento, ao trabalho, a salários dignos, ao lazer, à liberdade de consciência, de opinião e de crença, à liberdade de associação, à nacionalidade, à privacidade, ao acesso aos bens culturais que são patrimônio da humanidade e de seu grupo específico, a ser respeitado independentemente de sexo, raça/etnia, classe social, idade, religião, origem social, enfim, sem discriminação de qualquer tipo que o exclua, direito de não ser escravizado, de não ser torturado, direito a todos os direitos e condições que permitam que o direito mais básico, o direito à vida, possa ser vivido com dignidade, participando da construção da sociedade a que pertence.
Essa listagem sumária e incompleta é ‘‘aperitivo’’ para convidar os leitores a escolher algo que podem fazer ‘‘desde já’’, estimulando a que procurem conhecer o texto integral da Declaração Universal dos Direitos Humanos (site do Ministério da Justiça, da Unesco e ONGs). Hoje, 10 de dezembro, data da declaração, distribuí-la em papel simples, nas escolas e universidades, nos cultos das diversas religiões, nos clubes e restaurantes, nos táxis e nas lojas, nos shoppings, espalhando pela cidade essa que é uma declaração de esperança no ser humano e de confiança em sua capacidade de construir um mundo melhor.
Tão solene declaração, manifestação vívida da consciência humana precisa ser conservada a partir da diversidade que merece todo o respeito. Respeitá-la não é trancafiá-la, mas guardá-la, no lindo sentido que o poeta Antonio Cícero deu a esse verbo
‘‘Guardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer/vigília por ela, isto é, velar por ela, isto é, estar/acordado por ela, isto é, estar por ela ou ser por ela./Por isso melhor se guarda o vôo de um pássaro/Do que um pássaro sem vôos’’.
Dez de dezembro é dia de vigília pela Declaração Universal dos Direitos Humanos de um jeito decidido, lindo e leve, que permita que seu texto esteja pousado em muitas partes, porque fala da vida e do respeito que o ser humano deve ao ser humano. É um bom dia para celebrar. Não se esqueça! Veja o que pode fazer e saiba que o menor gesto pode fazer a diferença.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

HORA DE PENSAR...

Com a proximidade do final do ano, é uma boa hora para pensar na vida !
Se você não está feliz com seu emprego, se acha que já aprendeu tudo que podia e já é hora de ir para novos desafios ... se você já não tem mais paciência para nada que diga respeito ao seu trabalho ... está na hora de pensar ...
Reavaliar seus objetivos, buscar novas oportunidades com calma e sensatez, nada de sair panfletando seu currículo por ai, para qualquer vaga.

"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo,
qualquer um pode começar agora a fazer um novo fim."
Chico Xavier
Com muito axé! Desejo ao leitor uma ótima semana!

sábado, 6 de dezembro de 2008

VOCÊ CRESCE...


Você cresce...
Quando aceita a realidade.
Quando aceita e deixa o que passou para trás.
Quando , vivendo o presente, constrói o que tem pela frente.
Este é o custo de viver.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

VIVA A MATURIDADE!

A terceira idade ou a "melhor idade" ou a "felizidade" tem início entre os 60 e 65anos. Nesta fase é fundamental exercitar a capacidade de adaptação...
Em vez de se entregar ao "peso da idade" é melhor aprender a degustar a sabedoria que os sexagenários possuem, isto é, a capacidade de tentar envelhecer com dignidade que só o tempo traz, utilizando a experiência para desafiar os obstáculos do cotidiano.
Ser idoso pode não ser mérito... Ser idoso pode significar ser pintado como caquético... Ser idoso é ser desprezado como força de trabalho... Ser idoso é ser considerado ultrapassado... É injustiça ou discriminação? Uma coisa é certa: não podem deixar de reconhecer os tesouros de sabedoria que os idosos são detentores. O processo de envelhecimento e as patologias características da terceira idade dependem, basicamente, de três fatores: biológico, psíquico e social. Estes são os fatores que podem preconizar a velhice, acelerando ou retardando as doenças e os sintomas da idade. Envelhecer não significa se tornar mais frágil ou apenas esperar a vida passar. É aproveitar as experiências da vida para ser cada vez mais feliz e ativo.
Se cheguei onde estou... Foi com muito sacrifício... Não vivo de ficções e fantasias... Tenho consciência plena de que o poder é poder aqui e na China... Não sou um alienado e não me transverto em empavonado arauto no exercício da bajulação... Muito embora digam: manda quem pode, bajula quem tem juízo... O que reluz é o axioma: O poder é infalível, intocável, inatacável e está acima do mal e do bem. E aquele que viceja à sombra poderá colher frutos ligeiros, indiferentes à desgraça da grande maioria dos aposentados que se encontram abandonados sob o sol inclemente da excludência social.
Quando um idoso imita um jovem, o resultado pode ser cômico ou trágico, dependendo do talento de quem imita e do espírito de quem observa... Imagine, por exemplo, os comentários surgidos quando furei a orelha esquerda e passei a usar um pequeno brinco. Os críticos esqueceram-se de que o preconceito é o argumento de pessoas pouco esclarecidas. Por estas e outras é que desejo ser tão somente cabeça boa... Por estas e outras é que dou vivas à minha maturidade... Por estas e outras é que, mesmo sofrendo alguns constrangimentos, não tenho por hábito me colocar a serviço dos que fazem a história, mas daqueles que a sofrem...
Nas palavras de Christopher Morley, escritor americano: "A vida é um idioma estrangeiro: algumas pessoas a falam mal". Eu não sou diferente: às vezes não me é possível tolerar nos outros o que permito a mim mesmo.Tendo como atenuante a tentativa de imitar o sábio que, na opulência, permanece modesto. Não é fácil!
Viver é uma dádiva... Sobreviver no mundo atual é uma bênção...
AEQUAM MEMENTO REBUS IN ARDUIS SERVARE MENTEM
(Lembra-te de manter o ânimo justo nos momentos difíceis).

VIVA A MATURIDADE!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

QUAL A SAÍDA?

Sou do tempo do “cala a boca menino”. Hoje educar uma criança é responder sempre, responder tudo ou explicar que aquele assunto específico, no momento, está além de sua compreensão. Mas será que está mesmo?
É uma quantidade enorme de informações que a crianças absorve sem que isto interfira com o fato mais importante, o de que é criança. Até que ponto as informações vão se firmar em sua pequena cabecinha, e a partir de que ponto, vai assoberbar sua mente gerando um risco de bloqueio.
Qual a saída? Amar, educar, prover, orientar, ajudar, ser amigo e pai.