Sou mais um entre tantos...

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A FILOSOFIA E A MISSÃO DESTE BLOG INCLUI A DIFUSÃO DA CULTURA E A UTILIDADE PÚBLICA.

"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

Fé Esperança Caridade

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Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

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O BRASÃO

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ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA.

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CRÉDITO DE IMAGENS
Algumas obtidas na internet e formatadas com programas "freeware".


As pessoas passam, as obra permanecem. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas existe uma coisa que se chama: respeito. Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços... Valores... Reviravoltas... No final do caminho, as diversidades mais difíceis, não nos matam - nos tornam mais forte.
Estou de bem com a vida... Faço do escrever a minha terapia ocupacional e dedilho os primeiros acordes em teclado Yamaha.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

DA INSATISFAÇÃO AO DESCONTENTAMENTO...

No século XX, vários países da América Central ficaram conhecidos como sendo parte integrante da chamada “República das Bananas”

A relação entre a banana e o continente americano, na verdade, é bastante antiga. Ao chegarem ao Novo Mundo, os colonizadores europeus logo perceberam que as bananeiras abundavam em nossas terras. O clima quente e úmido fazia com que o fruto estivesse sempre disponível, sem que fosse necessário um planejamento rigoroso ou o emprego de técnicas agrícolas mais elaboradas. Ainda hoje, ela serve como base alimentar de muitas famílias habitantes de países americanos mais pobres.

Exportamos bananas. Vendemos bananas e compramos tecnologia defasada e vendida a preços absurdos, inchados com os mais altos impostos do planeta. Qual a razão de tudo isto? A resposta é simples: - para dar conta do desperdício público, incompetência e corrupção...
A verdade é triste. Muito triste.
Vendemos (exportamos) ferro e levamos ferro com uma assombrosa carga tributária. Parece irônico mas é uma verdade.

Não acredita? Veja o pps disponibilizado em



PPS enviado por ---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Gladis Lacerda
Data: 2 de maio de 2012 18:38
Assunto: Carregando o Elefante....Brasil

sábado, 28 de abril de 2012

HOJE, AMANHÃ


"O seu hoje representa as ações antes realizadas
e o seu amanhã defluirá das suas atividades hoje desenvolvidas."
 Joanna de Ângelis.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

TRANSCRIÇÃO PARCIAL DE ARTIGO...

TRANSCRITO DO PORTAL AQUI BRASIL (http://www.mhariolincoln.com/)

.... "Ser umbandista ou mesmo afro-religioso num País onde cerca de 70% da população declara-se católica, apesar de sabermos que para esse caso os números maquiam as práticas sincréticas, é sinônimo de preconceito e discriminação, mesmo por pessoas mais esclarecidas ou espiritualistas, ditos progressistas, a exemplo dos cabalistas e dos kardecista, ainda veem a umbanda com maus olhos, seja pela visão enviesada no próprio preconceito que se tem por tudo aquilo que perpassa a africanidade, no caso, o culto aos orixás e pretos velhos, muito embora a umbanda seja uma religião universalista e genuinamente brasileira, dialogando com entidades de variadas linhas espirituais, seja de origem africana, xamânica, esotérica, dentre outras, o mesmo prejulgamento se dá devido ao desconhecimento sobre a ritualística umbandista.
Nesse sentido assumir-se umbandista, independente de classe social, terá que enfrentar todo esse tipo de preconceito e distorções. No caso de pertencer a um meio social elitizado e conservador, onde as aparências são pautadas como ordem do dia e, ser seguidor dessas religiões é ser visto com asco pelos ‘seus’, o processo de se assumir umbandista ou ‘sair do armário’, ainda sim, será um ato de conflito, de persistência e de luta pelo respeito de sua opção religiosa. Caso contrário, viverá a margem, a espreita, vivenciando o ‘santo’ entre quatro paredes de seu templo e no mundo aqui fora fingindo ser qualquer coisa menos umbandista. Daí, fazemos o seguinte questionamento: Não assumir o ‘santo’, escondê-lo dos seus, omiti-lo por medo do enfretamento, não seria tão ‘doloroso’ para o ‘santo’ quanto se seus pais naturais ou de criação tivessem vergonha de lhe reconhecer como filho diante sua rede familiar e social?!
É claro que devemos levar em consideração o tempo de cada um em assumir suas identidades, sejam elas sexuais, profissionais, políticas, culturais ou religiosas. “Ninguém é igual a ninguém”, a importância da alteridade encontra-se justamente nesse aspecto, no respeito pelas diferenças e pela diversidade.
Não podemos obrigar ninguém, portanto, assim penso, a se assumir seja lá o que for, podemos sim questionar, inquirir sobre se é isso o que realmente se quer... Não obstante, o tempo do ‘santo’ é bem diferente do tempo da matéria, afinal, a espiritualidade é um ‘casamento’ entre o ‘santo’ e o ser em desenvolvimento. Às vezes, assumir a covardia pode ser também um ato de coragem. Provocações à parte! Com isso, está aberto o debate.
Saravá!"
_______________
Autora do artigo:
 Alanna Souto
Mestre em História Social da Amazônia-UFPA e Umbandista da Tenda de Umbanda Luz do Oriente. (Belém-Pa. Link do twitter: @Alanna_souto)

quinta-feira, 26 de abril de 2012

PARA MEDITAR....


Nossas palavras, gestos e atitudes, são cartões de visita do nosso comportamento. Temos momentos de incorreção, mas não se julga ninguém pelo tombo e sim pelo modo como ele se levanta.


Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.
Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem pra fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especiais.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.
Fácil é dizer “oi” ou “como vai?”
Difícil é dizer “adeus”. Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas…
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.
Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.
Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.
Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.
Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.
Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.
Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.
Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado.
Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho…
(Drummond)

domingo, 22 de abril de 2012

BLABLABÁ...

Sou obrigado a ter força para transformar o meu lado de poeta em apenas noticiarista.
Nem sempre os nervos, o cérebro, o coração estão abertos a estes momentos. Fazer o que? Na cabeça interrogações e exclamações impedem a minha tranquilidade... Preciso refazer-me...

Preciso me acostumar, em algumas ocasiões, dizer não. Por outro lado, preciso me acostumar com o que muitos dizem...
Preciso incorporar o hábito de, em algumas ocasiões, fazer cara de paisagem...

Enfim, o grande aprendizado é me acostumar com o mando e o desmando social... Não me assustar com a "evolução" de uma sociedade que cada vez mais torna o ser humano insensível e lobo do próprio ser humano.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

quinta-feira, 12 de abril de 2012

EDUCAÇÃO E CIDADANIA

Educação e Cidadania
Por: ALESSANDRA LELES ROCHA





A questão do planejamento familiar no Brasil parece mesmo ser o grande “tendão de Aquiles” da sociedade, dada a sua imensa complexidade; afinal, é a vida que está no centro da discussão. Mas são tantos os pontos a promover o debate inflamado que é preciso, em respeito aos mais diversos pontos de vista, analisar objetiva e delicadamente a questão.
Por mais que o Brasil demonstre sua pujança progressista mundo afora, ainda é um país que não alcançou um denominador comum no que diz respeito ao seu Índice de Desenvolvimento Humano – IDH; portanto, temos refletido a existência de extremos em nossa população. Nesse contexto, pesa significativamente a carência, e porque não dizer, a fragilidade da educação para uma formação cidadã do individuo que o permita a consciência e o discernimento necessários no cumprimento de seus deveres e obrigações sociais; bem como, sobre seus direitos individuais e coletivos. 
Quando falo em educação, não me restrinjo a referir apenas à educação escolar; mas, a junção efetiva entre a aquisição de conhecimentos (aprimoramento intelectual) e a base de formação ética e moral oferecida no seio familiar. Compartimentalizada como está a educação, a formação do individuo fica realmente comprometida e o reflexo pode ser percebido de várias formas, inclusive no modo como jovens e adultos têm conduzido a sua sexualidade. E sob esse aspecto não faltam exemplos diariamente na mídia, desde questões como a exploração sexual de crianças e adolescentes, a pedofilia, o aumento no número de pessoas contaminadas pelo vírus da AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis (Sífilis, Hepatite, por exemplo), o abuso de álcool e de drogas (que conduz inevitavelmente muitas crianças e jovens à prostituição para conseguirem recursos e adquirir esses produtos), o abandono e o assassinato de recém-nascidos e crianças, até o próprio aborto, o que demonstra claramente a profundidade dos abismos existentes.
Famílias desestruturadas geram em efeito cascata mais desestruturação, paralelamente a um sentimento sombrio de banalização de suas ações e comportamentos. Sem o devido envolvimento responsável no planejamento familiar, homens e mulheres (independente da faixa etária) prestam um grande desserviço à sociedade, sobremaneira no que tange aos impactos econômicos. Todos os exemplos apresentados acima implicam em ônus aos cofres públicos, atingindo diretamente os serviços básicos (especialmente saúde e segurança). Distorcendo ao objetivo primaz dos programas sociais do governo em resgatar o individuo e promovê-lo para a busca de constantes melhorias sociais, infelizmente, a ignorância de muitos persiste em usufruir das benesses e devolver ao Estado as consequencias do seu modo particular de lidar com os problemas. A certeza das mãos do Estado a amparar e proteger os necessitados tornou-se remédio e veneno na mesma dose. Por isso, se a população estivesse em um nível satisfatório de educação, o que implicaria já ter o domínio consciente sobre sua cidadania e seus valores, certamente os erros não continuariam a ser repetidos.
Então, se a própria Organização Mundial de Saúde – OMS aponta o Brasil como quarto país com maior número de casos de nascimentos de bebês anencéfalos no mundo - (bebês com ausência parcial ou total do cérebro), cuja incidência é de cerca de um caso para cada 700 nascimentos por ano, com uma média de 615 mortes em decorrência da doença -1, antes de qualquer pensamento ou doutrinamento jurídico para o assunto (que são também muito importantes para as nossas reflexões) 2há urgência em debater o planejamento familiar no país. A anencefalia é apenas uma de milhares de outras doenças a atingir cidadãos brasileiros antes mesmo de seu nascimento; por isso, as famílias precisam estar de fato preparadas (psicologicamente e emocionalmente) para todas as eventualidades que possam surgir, já que um ser humano em todas as suas fases de vida demanda cuidados e investimentos. Já passou da hora da sociedade buscar o cerne da questão, ou seja, aceitando que decisões, ou escolhas, para serem tomadas dependem de um grau de maturidade e avaliação particular bastante expressivo, de modo a se evitar arrependimentos e/ou situações as quais não possam ser reparadas, revertidas.

A maternidade e a paternidade precisam ser responsáveis; trata-se de um passo a ser dado com sabedoria, com disponibilidade, com estrutura, com educação e cidadania.

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1 http://msn.minhavida.com.br/saude/materias/15012-brasil-e-o-quarto-pais-com-maior-numero-de-casos-de-anencefalia
2 http://estadao.br.msn.com/ciencia/com-sess%c3%a3o-suspensa-decis%c3%a3o-sobre-aborto-de-anenc%c3%a9falos-fica-para-5%c2%aa

quarta-feira, 11 de abril de 2012

PRUDÊNCIA...



Provavelmente você terá muitas associações... Que vão desde casamento até importantes vinculações sociais de grande destaque.
Tome cuidado para não pensar que todos são como você!
Um pouco de prudência e desconfiança é sempre bom.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

SOU COMO VOCÊ: DIFERENTE.

O seu Humano em si é único, e apesar de muitas vezes adotar comportamentos que são praticados em massa não quer dizer que isso tenha o mesmo significado para todos.

Somos todos INDIVÍDUOS, seres racionais condenados a nascermos sozinhos. Ninguém sabe o que vai na cabeça do outro.
Aceitarmos as nossas diferenças como manifesto da individualidade, viver a vida da melhor maneira que o faça feliz, sem que a sua felicidade incomode a do outro.
Sou como você: diferente. Pode parecer estranho mas não se preocupe. O mundo precisa disso.



"Todos me criticam por eu ter atitudes diferentes,
mas pra mim mesmo ser diferente é ter ATITUDE sem CRITICAR ninguém!"
                                                                                                                          Henry



sexta-feira, 6 de abril de 2012

REGISTRO DO RETORNO AO MÉIER

As fotografias abaixo registram o bota fora para retorno ao Méier.

31/03/2012



   



 


 

 








 


  




 



UM POR TODOS, TODOS POR UM.

O bem-estar de cada pessoa é o resultado da soma de esforços pelo bem comum.

















 



quarta-feira, 4 de abril de 2012

ENRIQUECER E PROSPERAR...

Enriquecer não é sinônimo de prosperar. Mais do que ter dinheiro, prosperidade significa gerar riqueza para si

Uma das principais características da sociedade moderna é a busca continua por algo. Nós todos somos presas fáceis de um conceito consumista que leva-nos a acreditar que é indispensável termos o mais novo aparelho celular, o mais moderno carro, o último e mais fino modelo de televisão. Algumas corporações, conhecendo esta nossa tão declarada tendência, alimentam em nós necessidades que nem temos. Com isso, passamos a procurar coisas que não estão presentes em nosso cotidiano, e elaborar planos para trazê-las à nossa realidade.

Com frequência, passamos a confiar nossa felicidade ao que temos e, na mesma conta, medimos nossa infelicidade pelo que nos falta. Atua ainda como agravante à nossa infelicidade, aquilo que nos falta, mas que nosso vizinho possui - esteja ele na casa ao lado, ou a milhares de quilômetros de distância.

Valor x Preço
Neste cenário, é muito fácil perder as grandes alegrias da vida e, pior, é mais fácil ainda perder também as pequenas. Assim, perdemos nossas referências de valores, substituindo-as pelas referências de preços. O resultado disso é uma tendência a avaliarmos as pessoas a nosso redor de maneira equivocada. É assim que aquele sujeito que tem uma bela carreira profissional, uma linda casa, um lindo carro e se veste com roupas de grife - mas que talvez não tenha nenhum valor moral - passa a valer mais, na nossa equivocada balança. Nesse sentido, aquele outro que, sem possuir estes atributos materiais - aos quais se pode atribuir preço - é pessoa digna, honesta, bom amigo, bom filho, bom cidadão.

O grande Rui Barbosa tem uma frase que resume este raciocínio: "de tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto", diz.

A grama do vizinho é sempre mais bonita?

Se vocês me permitirem, vou convidá-los a imaginar um jardim, o mais lindo que possam pensar. O dono do jardim em questão todo dia cuida de sua manutenção, removendo ervas daninhas, podando as plantas no tempo e na maneira certos, e empenha-se cada vez mais em descobrir meios de tornar esse espaço ainda mais bonito.

Na casa vizinha, o quintal é um amontoado de mato mal cuidado, espesso a tal ponto que é quase impossível caminhar por ele. Ervas daninhas tomaram conta do espaço, a terra é fraca e a paisagem resultante chega a repugnar. O dono deste segundo quintal evita ao máximo olhá-lo e nunca o visita, tão desagradável que é. Seu plano para resolver isto é mudar-se dali, afinal aquilo nunca será um jardim de verdade.

Com estes dois jardins em mente, fica fácil para você entender porque o primeiro dono cuida tão bem de seu jardim. Um lugar tão bonito e agradável até o inspira a trabalhar e cuidar dele. Também dá para entender porque o dono do segundo jardim já desistiu e deu a causa por encerrada. Um lugar tão inóspito quanto aquele não desperta nenhum desejo de cuidado.

É exatamente aí que está a confusão dentro de todos nós. Nós confundimos a situação. Não é verdade que o dono do primeiro jardim tem tanto cuidado porque trata-se de um belo horto. Nem tampouco é verdade que o dono do segundo jardim deixa-o minguar por ser um local desagradável.

Fazemos esta confusão todos os dias em nossas avaliações. A verdade é que o primeiro jardim é belo, porque seu dono cuida dele. A grande verdade é que o segundo jardim é feio porque seu dono é um descuidado. E mesmo que ele ganhe milhões e compre a mais bela das casas, com o mais belo dos jardins, se ele continuar desleixado, em pouco tempo casa e jardim serão também feios como o primeiro.

Dinheiro na conta bancária não significa prosperidade

Considerando-se que prosperar é um termo indicado ao desenvolvimento da pessoa, enquanto enriquecer tem a ver com o desenvolvimento da conta bancária, fica muito fácil compreender que mesmo sendo rica a pessoa não será necessariamente próspera.

Embora seja mais comum encontrar pessoas que queiram enriquecer, temos aqui o mesmo equivoco da história do jardim. Nós passamos a acreditar que a pessoa rica é necessariamente próspera, e esquecemos que é muito mais fácil enriquecer se prosperarmos antes. Ou seja, se desenvolvermos em nós capacidades de real valor e não de real preço - do que vice versa.

Vou terminar citando outro grande homem: Henry Ford. "Se o dinheiro for a sua esperança de independência, você jamais a terá. A única segurança verdadeira consiste numa reserva de sabedoria, de experiência e de competência", afirmava.

Busque prosperar mil vezes antes de enriquecer.

Por: Vicente Sevilha Jr
Bacharel em ciências contábeis e autor do livro "Assim Nasce Uma Empresa",
voltado para empreendedores que desejam abrir um negócio próprio.


terça-feira, 3 de abril de 2012

CADA DIA É UMA GRAÇA...

°º¤ø,¸¸,ø¤º°`°º¤ø,¸ Cada dia é uma graça. °º¤ø,¸¸,ø¤º°`°º¤ø,¸


Continuo lendo e escrevendo muito... Sem pobreza de espírito... Fazendo o bem... Amando e sendo amado... Será que estou dando conta do recado? Acredito que sim.

Estou conseguindo segurar a ansiedade, a angústia, enfim  estou numa ótima fase: em Paz comigo, vivo, acordado e energizado.

Confesso que muitas coisas, vez por outra, me decepcionem como gente falsa, mentirosa e invejosa. As pessoas são assim: absolutamente desiguais e iguais nunca o serão. Imaginemos se somente houvesse a cor preta. Coitado do cinza: não existiria. Se somente houvesse o limão que seria da doce laranja.

Nas palavras de José de Alencar: "A vida é renida, que aos fracos abate e aos fortes só faz exaltar."

Aprendi a dizer não. Na dor somos únicos e, ao mesmo tempo, iguais em nossa humanidade. Portanto, continuarei lutando... Nunca perdendo a esperança, os sonhos e a alegria de viver. 






segunda-feira, 2 de abril de 2012

SENSATAS PALAVRAS...

Preservando o autor transcrevo as seguintes palavras:


"Uma das poucas vantagens do envelhecimento é o aumento diferenciado da sabedoria.. Esse acréscimo final vem desprovido de vaidades ou outro sentimento negativo e o participante inicia a ser observador em um palco final e prevelegiado da vida.Peço desculpas, por não ter podido lhe dar mais atenção, em momentos tão delicados de sua vida, compreenda ( inicio do papo de ocupantes da arquibancada), em muitos casos, a vida terrestre nem sempre caminha como planejado e temos que ser bons estratejista para contornar as aresta individualistas participativas, alguns tentam e poucos conseguem.Sei perfeitamente o sentimento interno que desenvolve internamente quando notamos a falta de um simples contato, principalmente de pessoas sanquinias, mas a vida é assim a correnteza do individualismo é bastante forte e muitos são desprovidos desta estrategia da sabedoria (termino do papo de arquibancada).

"Quem somos para julgarmos, se não conhecemos a nossa sentença".


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Entendo como pertinente esclarecer que as minhas palavras "Bota Fora Elvandro e Daise" divulgadas pela minha filha Elda não tiveram a intensão de julgar ninguém. A ideia foi monstrar de alguma forma ou maneira como alguns seres humanos interagem...
Sem desejar o mal para ninguém, sem resentimentos ou mágoas, continuarei primando por seguir os valores recebidos na minha primeira infância de cristandade e solidariedade, partilha, perdão e convivência amiga que no final colaboram para a realização pessoal, familiar e social: são as sementes de um mundo novo e renovado.
Entendo mais que a obrigação de cada ser humano seja transmitir aos seus semelhantes tudo de bom ou de mal que viveu, isto é, partilhar experiências. Alguém disse que existem três maneiras de aprender: 1- seguindo os comentários dos outros 2- vendo o sofrimento dos outros 3- sofrendo na própria pele.
A escolha que caminho seguir é individual.
Concluo deixando a definição encontra na wkikipédia para o livre-arbítrio:

É basicamente a expressão usada para significar a vontade livre de escolha, as decisões livres.

domingo, 1 de abril de 2012

MÉRITO CULTURAL...

Outorgada à minha pessoa pela Aldravas Letras e Artes, com sede na cidade de Mariana - Minas Gerais, a Medalha de Mérito  Literário Lumens.