Sou mais um entre tantos...

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A FILOSOFIA E A MISSÃO DESTE BLOG INCLUI A DIFUSÃO DA CULTURA E A UTILIDADE PÚBLICA.

"Cada pessoa, por si só, promove a sua indispensável transformação interna, transmutando o pesado chumbo do seu emocional, no ouro reluzente da Evolução Mental."

Fé Esperança Caridade

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Fé Esperança Caridade - Virtudes chamadas teologais porque têm a Deus por objeto de modo imediato. Pela fé nós aderimos ao que Ele revelou; pela esperança tendemos a Deus apoiando-nos em seu socorro para chegar a possuí-Lo um dia e vê-Lo face a face; pela caridade amamos a Deus sobrenaturalmente mais do que a nós mesmos. A minha Fé não é achar que Deus fará o que eu quero, mas basea-se na certeza de que Ele fará por mim tudo o que preciso.

Verbete Wikipédia

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O BRASÃO

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ALGUNS LIVROS DE MINHA AUTORIA.

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CRÉDITO DE IMAGENS
Algumas obtidas na internet e formatadas com programas "freeware".


As pessoas passam, as obra permanecem. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas existe uma coisa que se chama: respeito. Nunca sabemos onde a vida nos levará. Tropeços... Valores... Reviravoltas... No final do caminho, as diversidades mais difíceis, não nos matam - nos tornam mais forte.
Estou de bem com a vida... Faço do escrever a minha terapia ocupacional e dedilho os primeiros acordes em teclado Yamaha.
Acima de tudo agradeço a Deus por tudo que tenho e sou.

domingo, 30 de março de 2014

TEMPOS MODERNOS

                                                                               TEMPOS MODERNOS
 
Nada de caráter.
Honestidade!
Nem falar.
A ética e a moral!
Pílulas douradas
Desapareceram.
Tempos modernos.
Dignidade zero.

sexta-feira, 28 de março de 2014

CONVERSA DIFERENTE


Constato que o bom e o  belo existem no torvelinho da violência e da discriminação... Como um contraponto bem que as coisas poderiam melhorar. Por exemplo: os jornais publicariam notícias sem dar manchetes às maldades que grassam por aí por mais real ou raras que fossem.  Infelizmente, não há como negar que a rotina da barbárie entorpeceu as principais capitais e avança pelos rincões do país. Tudo muito grave! Reverter tal pasmaceira eis o grande desafio. Como contribuir para esmagar o mal sem explorar o físico e o emocional. Um caminho, por mais utópico é  reaprendermos o exercício da cidadania, talvez, até com a loucura que, em nome da maldade, em proporções oceânicas, que se instalou  em por aí se inverta e, se transforme em elemento agregador da grande família chamada de sociedade - composta por gente de todas índoles: trabalhadora, gentil ou calhorda... Como dizem os sociólogos, a sociedade é historicamente, em qualquer classe social, constituída por pessoas de fibra que triunfam sem se corromper.
 
Muito embora sejam referências críticas a abordagem de alguns temas trazidos para esta "Conversa diferente", foge aos apelos e às comédias proporcionados por exageros que afastam uma realidade. Realidades onde brota a esperança de melhores dias - mesmo desacreditando na justiça e na igualdade dos homens. "Conversa diferente"  não é um desfilar de irrelevantes considerações. Neste turbilhão fiquemos atento às palavras de Pietro Ubaldi:

"Sem renovação não há vida; o absoluto só pertence a Deus,
 não aos homens!"

As palavras me "terapeutam" e "catapultam", preciso escrever... "Conversa diferente"  apresenta algumas furtivas facetas de um mundo onde a realidade e o sonho, por vezes, se entrelaçam de tal forma que é impossível distingui-las. Nas palavras de João Gaspar Simões em "Mistério da Poesia", encontraremos:

"Não analisamos, não deduzimos, não induzimos,
não abstraímos etc – Somos instinto, somos força da natureza."

No contraponto invertível, palavras de Marcial (40-120), poeta e aforista hispano-latino:

"A pessoa capaz de sentir prazer com o próprio passado vive duas vezes."
 
Não é leviano afirmar que todos os seres humanos têm bons e maus momentos. Mas, se estiverem  "bem resolvidos", passam pelos altos e baixos sabendo que um pouco mais à frente tudo vai melhorar.
 
Nesta "conversa diferente"  o intuito não foi inventar a roda. A ideia foi identificar e reconhecer algumas limitações... Comparando a vida a um corredor pavimentado por emoções, sucessos, fracassos e harmoniosas temporalidades... Onde nada é eterno, a única certeza é a morte e que estamos sujeitos a "Lei das Causas e Efeitos" que declara a semeadura é livre e nos sujeita a um obrigatória colheita...
 
Que antes de exalar o último suspiro, afirmemos conscientemente:
"Oh! Paradoxo angustiante. Como uma metamorfose ambulante não fiquei parado... Mesmo no acaso do silêncio - Cumpri o  dever de cidadão do mundo."

quinta-feira, 27 de março de 2014

RELEMBRANDO ZUMBI DOS PALMARES


 Relembrando ZUMBI DOS PALMARES, o Herói da Liberdade, que nunca combateu para conquistar territórios.
 
Transcrevo texto do Historiador e Africanólogo Eduardo Fonseca Júnior autor do livro
ZUMBI DOS PALMARES
HERÓI NEGRO DA NOVA CONSCIÊNCIA NACIONAL
Editora Atheneu Ltda - 2003
 
 

"M'ódupe Iwô Babá L'asé, Odabá Ogagum Pá Egungun Temi."
(Curvo-me diante de ti pai da Força e do Poder, obrigado guerreiro dos meus ancestrais.)
 
 

segunda-feira, 24 de março de 2014

ACENDEDOR DE LAMPIÕES E COCHEIRO

Profissões que desaparecem ou se transformam podem ajudar a contar a história de uma sociedade. Relembre os ofícios de acendedor de lampiões e cocheiro
 
  • Profissões que desaparecem ou se transformam podem ajudar a contar a história de uma sociedade. Nesta e nas próximas edições, a Revista de História mostra alguns ofícios que, extintos ou resistindo em número reduzido, contribuíram para mover o mundo e nos fazem viajar no tempo.

  • Acendedor de lampiões
    “Lá vem o acendedor de lampiões da rua!/ Parodiar o sol e associar-se à lua”, saudava o poeta Jorge de Lima em 1909. Hoje poucos sabem, mas antes de as cidades serem amplamente iluminadas pela luz elétrica, lampiões eram colocados em pontos estratégicos da cidade. E acendê-los era uma função muito apreciada.
    Os acendedores de lampiões entravam em cena no finzinho da tarde, com uma vara especial dotada de uma esponja de platina na ponta. Ao amanhecer, apagavam, limpavam os vidros e abasteciam, quando necessário. Em 1830, na cidade de São Paulo, usavam azeite como combustível. Somente na metade do século o gás chegou à capital paulista. No Rio de Janeiro, em 1850, o célebre barão de Mauá iluminou a atual Av. Presidente Vargas da mesma maneira.
    O lampião a gás foi inventado em 1792, na Inglaterra, e serviu para aumentar a jornada de trabalho nas fábricas. Mas seu impacto foi ainda maior no dia a dia das cidades. Com eles, a noite ganhou vida. Teatros, cafés, restaurantes – a vida social passou a não depender mais da luz do sol. Nas noites de lua cheia, quando era possível aproveitar a luz natural, os acendedores eram dispensados de sua função. Até que em 1879 a iluminação elétrica foi anunciada em grande escala. Durante um bom tempo, os dois sistemas coexistiram, mas, pouco a pouco, a novidade ganhou mais espaço. No último dia de 1933, seguindo o curso inevitável da modernidade, apagou-se o último candeeiro na cidade do Rio de Janeiro. Junto com ele desaparecia a simpática profissão de acendedor de lampiões.
     
    Cocheiro
    Antes da chegada da família real, não era fácil se deslocar no Brasil. Andava-se a pé, em carros de boi ou no lombo de animais. A partir de 1808... continuou difícil. Mas, em compensação, que classe! Junto com a nobreza europeia vieram coches, carruagens, seges e cabriolets, que fizeram a alegria dos mais abastados. Para o resto da população, a única maneira de utilizar os novos meios de transporte era conseguindo o emprego de cocheiro.

Nas décadas seguintes, a profissão ganhou espaço, com o surgimento de novas opções de transporte, como veículos coletivos e carroças. Os cocheiros estavam por toda parte, mas não tinham vida fácil. Em protesto contra os baixos salários, multas e excesso de horas trabalhadas, eles organizaram várias greves. João do Rio, em A alma encantadora das ruas (1908), descreve outros problemas: “O ofício, longe de tornar ágeis os corpos, faz lesões cardíacas, atrofia as pernas, hipertrofia os braços”.
A chegada dos automóveis, produzidos em larga escala, praticamente decretou o sumiço dos cocheiros nos centros urbanos. Hoje eles são vistos naquelas cerimônias metidas a chiques que resolvem ressuscitar as carruagens. Provavelmente, meros atores contratados para o papel. Para encontrar um mais próximo do “original”, melhor buscar, numa cidade do interior, o clássico passeio de charrete. 
 
 
 Para todo homem, como para toda fechadura, é preciso encontrar a chave certa

 Artigo de autoria do Prof. Gabriel Campos de Oliveira

domingo, 23 de março de 2014

DIA MUNDIAL DA METEREOLOGIA


Dia Mundial da Meteorologia  - 23 de março.



A data de 23 de março foi escolhida como o Dia Mundial do Meteorologista por ser a data de fundação da Organização Mundial de Meteorologia (WMO) da ONU, em 23 de março de 1950.
A Organização, que tem sede em Genebra, na Suíça, trabalha como facilitadora mundial, estabelecendo por exemplo as bases das contribuições da Meteorologia para a conservação dos recursos hídricos do planeta, para a identificação das causas e para o combate à desertificação, nas causas das mudanças climáticas, no manejo das reservas hídricas das megacidades e regiões agrícolas, alguns dos principais problemas que estão afetando a vida do planeta.

Quem não se importa com isso? Ter a oportunidade de saber se é preciso levar o guarda-chuva para o trabalho, se o final de semana será ensolarado ou chuvoso, se os ventos favorecem as viagens marítimas. São informações que, se precisas, ajudam a orientar muitos dos nossos planos.
O profissional responsável por isso é o meteorologista, que desvenda os mistérios do tempo e revela seus segredos para as pessoas.
faz parte de um conjunto de ciências atmosféricas.
Faz parte deste conjunto a climatologia, a física atmosférica, que visa às aplicações da física na atmosfera, e a química atmosférica, que estuda os efeitos das reações químicas decorrentes na atmosfera. A própria meteorologia pode se tornar uma ciência interdisciplinar quando se funde, por exemplo, com a hidrologia, tornando-se a hidrometeorologia, que estuda o comportamento das chuvas numa determinada região, ou pode se fundir com a oceanografia, tornando-se a meteorologia marítima, que visa ao estudo da relação dos oceanos com a atmosfera.
As aplicações da meteorologia são bastante amplas. O planejamento da agricultura é dependente da meteorologia. A política energética de um país dependente de sua bacia hidrográfica também pode depender das previsões do tempo. Estratégias militares e a construção civil também dependem da meteorologia, e a previsão do tempo influencia o cotidiano de toda a sociedade.

As condições do tempo e previsão  podem ser acessadas no sítio: www.labhidro.iag.usp.br do IAG USP.
 

 

sexta-feira, 21 de março de 2014

POSSE NA ACADEMIA DE LETRAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO


No dia 20/03 tomou posse na cadeira 19 quadro I Patronímica de Nilo de Freitas Bruzzi da Academia de Letras do Estado do Rio de Janeiro – ACLERJ  - o Acad. Francisco Cesar Monteiro Gondar.
Eu lá estive.

 
 
Naquela ocasião o empossado leu:

A POESIA DE NILO  BRUZZI   “ UNICA “ CONSIDERADA A MAIS BELA
 

NO TURBILHÃO DA VIDA COTIDIANA
HÁ SEMPRE UM ROSTO OCULTO DE MULHER;
 
HÁ, NO TUMULTO DA EXISTENCIA HUMANA

ALGUÉM QUE A GENTE QUIS E AINDA QUER.
 

E NUMA SEDE DE PAIXÃO INSANA
CEGO E HUMILHADO,ACEITA OUTRA QUALQUER;

MAS, SEU INTIMO ARDOR, DE ALMA PROFANA,
PORQUE A ALMA NEM ACORDARÁ SEQUER.

 
E VÃO PASSANDO, ASSIM, UMA POR UMA,
MULHERES E MULHERES, COMO VIERAM,

SEM ,DEPOIS, DESPERTAR SAUDADE ALGUMA.
POBRE DE QUEM, COMO EU, VÊ  QUE, INFELIZ
 
TEVE TODAS AQUELAS QUE O QUISERAM

MAS NUNCA TEVE AQUELA QUE ELE QUIS.

                              NILO  BRUZZI
 
A seguir o empossado utilizando-se da  criatividade que lhe é peculiar:
Apresentou a versão marinheiro de sua autoria sobre a poesia de Nilo Bruzzi:

A “ UNICA”  VERSÃO MARINHEIRA

NAS TOMENTAS DA VIDA MARINHEIRA
HÁ SEMPRE UM ROSTO OCULTO DE MULHER
O QUE FORJA NOSSA ALMA TÃO FACEIRA
CONTEMPLANDO ALGUÉM QUE A GENTE AMA E QUER
NESSE PORTO DE PAIXÃO BEM PASSAGEIRA
NAVEGANTE DISPLICENTE, SEM DESTINO
BAIXA TERRA E ENCONTRA A COMPANHEIRA
VOLTA AO BARCO, ACALANTO FEMININA
PASSAM OS DIAS DE CONQUISTA E VAIDADE
AS VENTURAS SE CONGELAM EM SAUDADE
E AFINAL, O MARINHEIRO É FELIZ
AS GUERREIRAS DESTA SAGA NOS DISSERAM
NEM TODAS AS SEREIAS TE QUIZERAM,
MAS TENS A VIDA COM A MULHER QUE SEMPRE QUIS.
                                                            Gondar
 

 
 

quarta-feira, 19 de março de 2014

DIVULGAÇÃO...

Do  livro "SEM HORA MARCADA" de autoria da escritora maranhense

Benedita Azevedo

 
LIBERDADE CAPTURADA
 
E a censura combatida
Na ocasião da ditadura
Volta pelas mãos daqueles
Que queriam abertura;
Agora nos seus domínios
Vê-se os grandes em declínios
A liberdade em captura.

terça-feira, 18 de março de 2014

MEDALHA TRIBUTO À ACADÊMICA DR.ª NILZA PINHEIRO DE ATHAYDE LIEH


Um determinado trecho do poema AGORA de Helena Kolody, encontraremos:

"Se tens um elogio a preferir, é tempo agora. Não guardes que o vento da morte desvaneça, da areia da vida, o nome que o merece."
 
Nas palavras da Presidente do InBrasCI: todo elogio, toda homenagem é melhor prestada em vida do que após a morte; não é que a homenagem póstuma não deva ser prestada, tanto que o InBrasCI prestará homenagem a uma mulher que tanto batalhou em vida pela Cultura e o Meio Ambiente.
 
A Medalha Tributo à Acadêmica Dr.ª Nilza Pinheiro de Athayde Lieh  instituída pelo Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais -InBrasCI- é um gesto de significativa importância que eternizou nos anais do InBrasCI um ser humano dotado de talento mesclado à uma simplicidade marcante e um caráter à toda prova no que tange a boa fé e a honestidade de propósitos, com que tive a oportunidade de compartilhar momentos das mais variadas matizes.
 
 

quinta-feira, 13 de março de 2014

ABRAMMIL

Hoje, visitei a Academia Brasileira de Medalhística Militar (ABRAMMIL) para prestigiar a imposição de condecoração conferida a Capitão-de-Fragata (MD) Marcia Aparecida Camacho Kauffmann.
 
 
Momentos antes da solenidade a
CF(MD) Márcia  acompanhada da genitora, dos filhos e  do digníssimo esposo.
 

 
Após a solenidade, o CLC Francisco Cesar Monteiro Gondar ofertou  à CF (MD) Marcia Aparecida Camacho Kauffmann  uma caneta lembrança do Centro dos Capitães da Marinha Mercante.

 
 
Registro que, ainda naquela tarde, foi me prazeroso rever os confrades e amigos J. B. Donadon e Andreia Donadon - Fundadores e Membros da Academia de Letras, Artes e Ciências do Brasil que passaram às minhas mãos a nova medalha da ALACIB (Academia de Letras, Artes e Ciências do Brasil) onde estou como Membro Honorário e detentor do Título de Doutor Honoris Causa.


Bem como, um exemplar do LIVRO I DA ALACIB (Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil) - Ano 6 volume I 2013 Mariana MG.



onde à página 337 encontrei fotografia da visita feita a AMILCA ( Academia Marianense InfantoJuvenil de Letras, Ciências e Artes) nos idos de 2008.

UMA HISTÓRIA COM MUITAS LACUNAS...

Uma história com muitas lacunas. . . 



 
 
(14 de Março) é o 73º dia do ano no calendário gregoriano (74º em anos bissextos). Faltam 292 dias para acabar o ano.





O Homo sapiens neanderthalensis surgiu cerca de 300.000 anos, sendo extinto aproximadamente 30.000 anos atrás.

O Homem de Cro-Magnon ( Homo sapiens sapiens) surgiu à cerca 35.000 anos. Especula-se que tenha sido o causador da extinção do homem de neanderthal, após longos e sistemáticos conflitos. O homem de cro-magnon é o nosso ancestral mais próximo e se assemelha muito com o homem atual. Eram altos, com aproximadamente 1,80m a 2m e se andassem pelas ruas das principais capitais mundiais hoje, passariam despercebidos.

Então vejamos: Somos homo sapiens sapiens, com uma existência estimada em 35.000 anos. Conhecemos a História através da escrita. Estima-se ter sido inventada à aproximadamente 6.000 anos. Isso equivale a menos de 20% da história do homem, ou seja; 80% da história desse homem sábio - sábio foi burra. Estamos falando de 29.000 anos de preguiça e indolência? Criamos o mundo como é hoje em 6.000 anos, mas levamos 29.000 para darmos a partida?

Alguém realmente acredita nisso?

Alguma coisa aconteceu nesse intervalo de 29.000 anos além do período glacial. Nosso último período glacial ocorreu entre 12 e 18 mil anos atrás. Então vamos colocar mais 6.000 anos nesta conta. 29.000 menos 12.000 são 17.000. 17.000? É mais do que o dobro do tempo de nossa história escrita. O que aconteceu para ficarmos 11.000 anos no ostracismo?

Será que nossa atual civilização e a sobrevivente de uma...


 
Matéria recebida por mensagem eletrônica. Autor?


 
 

sábado, 8 de março de 2014

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Ao ensejo do
 
 
 
Lindas.
Alegres.
Tímidas.
Apaixonadas.
Rotuladas como frágeis.
Em verdade são poderosas.
 

GESTO DE GRATIDÃO...


Agradeço a Deus pelo sucesso correção ptose. Rogo que Ele continue a guiar as mãos
 
 dos Doutores Elsion e Lincoln
 
 da Clínica Cirurgia Plástica - HNMD
 
 iluminando-os e protegendo-os hoje e sempre.

Ab Imo Pectore.

Com gratidão.

Março 2014

segunda-feira, 3 de março de 2014

BODAS DE BRONZE...

 
Parece que foi ontem.
Altos e baixos... 
Até o céu assumiu diferente formatação... 
Cinquenta e um anos de enlace matrimonial.